segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

oficina de jogos ludicos para o ensino da matemática


Jogos para ensinar

A disciplina que pode tirar proveito dos jogos com mais propriedade é a Matemática. E aqui tem algumas dicas de como trabalhar esse recurso pedagógico na sala de aula e ter sucesso de aprendizado na turma.

Frequência
Os jogos matemáticos devem ser trabalhados uma vez por semana para desenvolver o cálculo mental. Os jogos devem ser sempre relacionados como os conteúdos trabalhados em sala.


Aula dinâmica
As crianças dispersam com facilidade e o trabalho somente com a lousa e caderno cansa. Se já ficam cansadas de copiar a matéria imaginem ter que raciocinar para resolver um problema? Já com os jogos as crianças pensam e refletem sem cansar. Além disso, aprendem uns com os outros. Os jogos são importantes para as relações sociais. Segundo Vigostski o desenvolvimento da criança se dá a partir do contato com o brinquedo, o jogo e a brincadeira.

Não só por brincar
É preciso um tratamento didático: não se deve propor o jogo pelo jogo. Em casa a criança já faz isso. A escola deve ter como objetivo ensinar, e qualquer conceito pode ser passado por meio de um jogo se esse for direcionado pelo professor. Para isto o jogo proposto deve está de acordo com a faixa etária da criança e desenvolvimento mental dela naquele momento.

Como escolher
É importante o educador conhecer a zona de desenvolvimento próximo - aquela que abarca tudo que a criança consegue fazer com ajuda de outra pessoa. Se o professor só trabalha na zona real (aquilo que a criança já domina), o ensino tende ao fracasso. Se ele vai além, ou seja, propõe algo que o aluno não consegue jogar, o resultado também é o insucesso. Por esse motivo não se deve escolher o mesmo jogo para turma toda. É preciso observar as dificuldades dos grupos, buscando adequar as possibilidades de aprendizagem.

Definição dos grupos
É responsabilidade do professor escolher os grupos e definir os jogos para cada um na hora de formá-los, as crianças devem ser agrupadas de acordo com os níveis próximos de conhecimento. Um sabe um pouquinho mais (mais não muito mais) com outra que tem menos domínio é o ideal.

Até aos doze anos de idade a criança ainda não adquiriu a capacidade de abstração e é um período em que a criança consegue exerce suas habilidades e capacidades a partir de objetos reais, concretos. Daí a importância de trabalhar com jogos porque facilita a compreensão e a percepção a partir de situações concretas vividas pela criança. Segundo Piaget, o conhecimento lógico-matemático não é retirado diretamente dos objetos, mas da relação estabelecida entre eles pela criança.

Dica:
Deixar o aluno participar da confecção de alguns jogos (aqueles feitos de matérias reciclados ou de outros matérias) também é um bom estímulo para que a prática de jogos em sala de aula fiquem mais interessante e significativa para eles.

















sábado, 15 de dezembro de 2012

OFICINA: Confecção de jogos matemáticos.













OFICINA: Confecção de jogos matemáticos.

OBJETIVO: operacionalizar a construção de jogos didáticos, objetivando o desenvolvimento do raciocínio lógico matemático
“Orientar à confecção e utilização de jogos matemáticos em diferentes níveis de ensino, mobiliza, de forma lúdica, o desejo de aprender, a curiosidade e o prazer, auxiliando a promoção do desenvolvimento da motricidade, das competências e habilidades cognitivas (especialmente raciocínio e linguagem), atenção e socialização.

CLIENTELA: Professores da Rede Municipal de Ensino.
SINTESE: a Oficina faz parte do Plano de Trabalho da Coordenação Pedagógica onde os professores receberão orientações de como proceder e ensinar a matemática de forma lúdica e prazerosa aos seus alunos. O coordenador oferecerá uma variedade de jogos dentre os quais os professores confeccionarão os jogos de acordo com o Referencial Curricular de MATEMÁTICA destinados aos alunos Da Educação Infantil,  1º ao 5º ano.
O PROFESSOR que optar por criar seu próprio jogo ou adaptar um dos jogos oferecidos poderá confeccioná-lo após análise e aprovação do mesmo pelo TUTOR  proponentes da oficina
Objetivos gerais:
Analisar a importância de se trabalhar com jogos para melhorar a capacidade de aprendizagem da Matemática na Educação Infantil e no Ensino Fundamental.
Aplicar os conhecimentos adquiridos nesta Oficina em futuras experiências de sala de aula.

Objetivos específicos:
Confeccionar jogos matemáticos, observando seu uso como recursos pedagógicos para ensinar Matemática de maneira lúdica.
Professres da rede municipal de ensino

Público alvo: alunos (as) do 1º, 2º, 3° e 4º  e 5 ano

TEXTO AS FORMAS

Objetivos:Memorização de texto estável;
Leitura de texto e palavras.Indicação: Utilizar após leitura do texto
Desenvolvimento:Uma boa estratégia para memorizar a estrutura textual é recortar o texto em tiras e pedir para que as crianças em grupo ou individualmente montem o texto que está fora de ordem:Não esqueça que o texto fonte (o texto original) deve estar preso em lugar visível para servir de fonte de consulta, sempre que as crianças precisarem

PROJETO RODA DA LEITURA

Introdução

Essa atividade, ao ser inserida no cotidiano da classe, traz em si o potencial de ajudar a construir uma comunidade de leitores e escritores na escola, em que as crianças tenham múltiplas oportunidades de explorar novos livros, escolher suas leituras, apreciar os efeitos que cada uma delas lhes traz, falar sobre essas sensações, recomendar leituras e analisar as recomendações recebidas dos colegas a fim de seguir aquelas que parecem mais interessantes, desenvolvendo, ao longo do processo, gostos e preferências por obras, gêneros e autores.

Objetivos
- Ampliar o repertório literário;
- Interagir com o livro de maneira prazerosa, reconhecendo-o como fonte de múltiplas informações e entretenimento;
- Compartilhar experiências leitoras;
- Confrontar interpretações;
- Estabelecer relações com outros textos;
- Ampliar os conhecimentos acerca de um determinado autor, utilizando-os como critério de seleção na escolha dos livros a serem retirados/recomendados e enriquecendo as possibilidades de antecipações e interpretações;
- Ampliar os conhecimentos acerca de determinado gênero, utilizando-os como um critério de seleção/indicação na escolha dos livros a serem retirados/recomendados e enriquecendo as possibilidades de antecipações e interpretações;
- Conhecer diferentes ilustradores e ilustrações, compartilhando o efeito que uma ilustração produz, confrontando interpretações e considerando tais conhecimentos na seleção/indicação de livros;
- Conhecer diferentes coleções, ampliando os conhecimentos acerca das características desse tipo de publicação e utilizando-os como um critério de seleção na escolha dos livros a serem retirados ou em sua indicação.
Flexibilização para deficiência intelectualSe o aluno não for alfabetizado, estimule sua observação sobre as ilustrações dos livros. Há vários livros infantis com muita riqueza de imagens. Assim, a leitura visual deve ser encarada como outra maneira de interpretar a história.
Conteúdos
- Valorização da leitura como uma fonte de prazer e entretenimento.
- Interesse por compartilhar opiniões, ideias e preferências acerca dos livros lidos.
- Desenvolvimento de estratégias de argumentação para defender ideias e pontos de vista sobre os livros lidos.
- Desenvolvimento de critérios de escolha e de indicação de livros.

Anos
1º e 2º anos.

Tempo estimado Atividade permanente ao longo do ano ou do semestre, com frequência quinzenal ou semanal.
Material necessário Livros de literatura infanto-juvenil constantes do acervo da Escola.

Desenvolvimento:
1ª etapaOrganize as rodas de leitura e aproveite as perguntas abaixo, retiradas do livro Dime, de Aidan Chambers, a o professor criar um movimento de troca de ideias, considerações e indicações entre os pequenos, usando, quando necessário, uma pergunta ou outra com cada criança na roda. Com o tempo, as crianças vão construindo uma autonomia cada vez maior para compartilhar essas impressões sobre as leituras realizadas e, com isso, assumindo um protagonismo cada vez maior na troca.

Flexibilização para deficiência intelectual Marque a atividade com um símbolo no quadro de rotina e leve o aluno até ele um pouco antes do início, antecipe o comportamento esperado dele e estimule sua participação no preparação da sala para o momento da leitura. Faça perguntas direcionadas a esse aluno condizentes com suas competências de leitor. Valorize a leitura das imagens.

- Houve alguma coisa de que vocês gostaram nesse livro?
- O que chamou especialmente a atenção?
- Você gostaria que algo tivesse acontecido de forma diferente?
- Houve alguma coisa de que você não gostou?
- Houve uma parte que você achou cansativa?
- Você pulou alguma parte? Qual?
- Se você parou de ler, em que parte isso aconteceu?
- Houve alguma coisa que causou espanto?
- Houve algo que você achou maravilhoso?
- Encontrou alguma coisa que você nunca havia visto em um livro?
- Você se surpreendeu com alguma coisa?
- Alguma coisa não combinava ou não ficou bem explicada?
- A primeira vez que você viu esse livro, antes de ler, como pensava que ele seria?
- O que o fez esperar isso?
- Depois de ler, foi o que você esperava?
- Você já leu livros como este?
- Você já leu esse livro antes? (Se sim) Foi diferente dessa vez?
- O que você diria a seus amigos sobre esse livro?
- Há quanto tempo vocês acham que aconteceu essa história?
- Sobre quem é essa história?
- Que personagem você achou mais interessante?
- Em que lugar se passa a história?
2ª etapaAo final da roda, organize com a turma novos empréstimos de livros e combine a data da próxima roda.
Flexibilização para deficiência intelectual Veja se a escolha de livros que o aluno está fazendo é adequada e o auxilie quando for necessário.

Avaliação
Observe se os alunos:
- Demonstram interesse em selecionar livros para levar e ler em casa.
- Compartilham impressões, opiniões e passagens preferidas sobre os livros e as situações de leitura em casa.
- Recomendam a leitura do livro que leram levando em conta suas características e os gostos da pessoa para quem a recomendação é feita.
- Estabelecem relações entre a história lida em casa e outras conhecidas.
- Ampliaram seus critérios de escolha.
Flexibilização para deficiência intelectual Além disso, o acompanhamento dos avanços das crianças deve orientar o planejamento de intervenções individualizadas, quando necessário. Para alunos de inclusão, isso é ainda mais fundamental. A ideia é sempre criar condições e demandas para que todos tenham a oportunidade e o espaço de participar das conversas sobre a leitura. Assim, eles terão melhores critérios para selecionar títulos para o empréstimo, avançando em seus comportamentos leitores.

7º MICROCENTRO DO PROGRAMA ESCOLA ATIVA-JARAGUARI-MS









O MICROCENTRO do programa Escola Ativa é uma estratégia onde leva o professor a planejar e executar as tarefas a serem repassadas ao aluno em sala de aula. Os professores da zona rural se reuniram com objetivo de planejar e avaliar e planejar  as dificuldades pois a associação da Matemática à Arte não é de hoje, existindo uma estreita relação entre elas.
Os pontos em comum são tantos que não podemos de modo nenhum pensar na Arte e na Matemática como campos completamente distintos! Com efeito, quando se pensa em Arte e Matemática surge-nos imediatamente o nome de alguns artistas, tais como: Escher; Mondrian; Vassarely e Kandinsky. No entanto, existem muitos outros artistas que, como eles, se inspiraram na Matemática para melhor exprimirem as suas ideias, usando-a como técnica, simbolicamente ou até mesmo como tema. É um pouco deste maravilhoso mundo, em que a Matemática e a Arte se fundem, que observamos na obra de Wassily Kandinsky, que pretendemos dar-te a conhecer.
Esperamos que esta pequena introdução tenha despertado a tua curiosidade e te leve a explorar a atividade proposta, onde a Matemática aparece com uma função bem diferente daquela a que estás habituado no teu quotidiano. fizemos as atividades nas escolas e ellas foram bem aceitas pelos alunos.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

GEOMETRIA E A MATEMÁTICA






CIRCUNFERÊNCIA E INSCRIÇÃO DE POLÍGONOS




GEOMETRIA 1

As atividades dos alunos tiveram muita criatividade e colorido.

GEOMETRIA






Iniciei a aula falando sobre a importância da Geometria em nas séries iniciais e mostrei aos alunos que as formas geométricas deve ser inserida desde a pré-escola. Fui desenhando no quadro a circunferência, o circo, diâmetro, raio, explicando o significado e a importância de cada um. os alunos foram registrando as atividades no caderno de matemática.
Mostrei no datashow o que é um polígono, a circunferência e a divisão da circunferência onde no quadro fui desenhando um a um explicando e os alunos desenhando no seu caderno. Passamos então para o trabalho de Artes onde cada um com o disco de pizza doado por Isolete e seu João e cada aluno ficou responsável por utilizar o máximo de sua criatividade. As duas professoras da sala Maria Pedra e Silas, foram acompanhando e orientando os alunos e vejam só a maravilha dos trabalhos após a execução e pintura dos mesmos. Todos estão de parabéns. As atividades foram planejadas e executadas através do Planejamento Modular.